segunda-feira, novembro 08, 2010

Capítulo I:

(Heysmin) Eram 16:oo hs quando me encaminhei à uma loja no subúrbio da cidade, para comprar uma arma e munição. Apesar de nunca ter encostado em uma, era necessário.                              
Quando entrei na loja, me deparei com um balcão abarrotado de armas, de todos os tamanhos, tipos, de ouro, de prata, cravejadas com rubis. Mas eu não queria nada daquilo, só iria comprar a mais barata, a mais fácil de usar.                                                                                                                  
Como ninguém veio me atender, toquei a campanhia e um homem velho, talvez com uns 60 anos de aspecto cansado, apareceu por trás do balcão.

(Vendedor) Eu estava tomando café, quando a campanhia da loja tocou. Fiquei surpreso com o que vi. Uma mulher entre 23 e 25 anos, bem vestida, talvez estivesse perdida, ou quem sabe, só queria saber onde fica uma rua. Mas eu estava enganado, e me arrependo até hoje, de ter vendido aquela arma. Todas as noites sonho com a moça, que hoje poderia estar casada, ter filhos, uma família. Tudo bem que foi ela quem tomou a decisão errada, mas eu tive minha parcela de culpa.

(Heysmin) Era como se o homem estivesse em transe, absorto em pensamentos, talvez me analisando. Quando ele "despertou":

- Posso ajudá-la? - perguntou ele.
- Eu gostaria de comprar uma arma. - Eu estava nervosa, ele deve ter percebido.
- Tem preferência por alguma? - É, agora tenho certeza, ele sabe que não sou desse tipo.
- Quero a mais simples e barata, nada de luxo. - Será que escolhi as palavras certas? É assim que um assassino se comporta? Acho que não.
- Tenho esta - ele apontou para o canto esquerdo do balcão - pistola 965 e este - apontando para uma prateleira do lado direito, na altura do ombro do homem - revólver 38. Qual você prefere?
- Hum... Qual a mais fácil de usar? - Não havia mais sentido usar o tom que eu estava usando antes. Ele já sabia.
- O revólver 38 é o mais simples, comum.
- Então, fico com esse. Balas?
- Oh, sim... - ele foi até os fundos da loja e trouxe uma caixinha na mão - Quantas caixas?
- Só uma.
- Vou precisar do seu nome e endereço, para registrar a arma.
- Meu nome é... Omailei Smitho - ele me pegou de surpresa, não havia pensado nesse detalhe - O Sr. pode colocar qualquer endereço, não ligo.
- Certo. Sem problemas, deve haver alguma rua inda não registrada por aqui não é? - Ele deu uma risadinha, talvez a última que eu iria escutar.
- Aqui, o dinheiro. Pode ficar com o troco. - Dinheiro era a coisa que menos me preocupava.
- Mas sobra muito dinheiro! - Ele estava espantado comigo.
- Isso não me importa mais. Pode carregar pra mim? - Assim como nunca puxei um gatilho, também nunca havia carregado uma arma.
- Tudo bem - Em poucos segundos a arma estava pronta para ser usada - Tome, cuidado com isso menina. - Ele logo ficaria sabendo se tomei ou não.
- Obrigada. Pode deixar. - Coloquei a arma na bolsa, com o maior cuidado possível. E dei jeito de sair dali de uma vez.

5 comentários:

  1. Se tiver erros de pontuação ou acentuação, me desculpe, bgada, boa leitura, bjooos *-*

    ResponderExcluir
  2. eeei
    q trii
    posta mais, ta muito massa, parabens!
    bjoos'

    By:LiLiKoO'

    ResponderExcluir
  3. eu tô amando, espero que tenha muito sucesso!
    e concordo com o Lisandro: "posta mais" hehe'

    bjinhu :*
    Karolyne Marchetti Garcia


    http://isthewonderland.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  4. Obrigada *-*
    que bom que vcs gostaram, posto siim!

    ResponderExcluir